A seleção feminina do Brasil abrirá a Copa do Mundo Feminina 2027 no dia 24 de junho, no Estádio Maracanã no Rio de Janeiro. O anúncio foi feito na manhã de quinta-feira (20/08) em evento na sede da Federação Internacional de Futebol (Fifa), em Zurique (Suíça).
Por ser o país-sede, o Brasil já está garantido no Grupo A do Mundial.
Confira abaixo os estádios que o Brasil vai passar até a grande final.
- 24 de junho – Maracanã, no Rio de Janeiro
- 29 de junho – Neo Química Arena, em São Paulo
- 4 de julho – Mané Garrincha, em Brasília
Caso avance na liderança do grupo, a jornada rumo à final no Maracanã prevê jogos nos seguintes estádios:
- 10 julho – Arena Castelão, em Fortaleza (oitavas de final),
- 16 julho – Mineirão, em Belo Horizonte (quartas) e
- 20 julho – Neo Quimica Arena, em São Paulo (semifinal).
Se a seleção feminina passar em segundo lugar no Grupo A, a caminhada do time terá a seguinte ordem:
- 11 julho – Mineirão (oitavas de final),
- 17 julho – Arena Castelão (quartas de final)
- 21 julho – Maracanã (semifinal)
A grande final do campeonato está marcada para 25 de julho, no Maracanã, no Rio de Janeiro.
A Copa Feminina terá 64 jogos em oito municípios. A cidade que receberá mais partidas é São Paulo: dez, seguida por Rio e Fortaleza (nove), Belo Horizonte (oito), Brasília, Salvador, Porto Alegre e Recife (sete). O sorteio dos grupos será em dezembro deste ano, novamente na sede da Fifa.
Economia, trabalho e tributos
A Copa de Futebol Fifa Feminina 2027 no Brasil deve injetar R$ 8,8 bilhões na economia, gerar 73,7 mil postos de trabalho e renda de R$ 4,5 bilhões e arrecadar em tributos R$ 928 milhões.

A estimativa é do Mapeamento do Potencial de Captação e Internacionalização de Eventos Esportivos no Turismo Brasileiro, desenvolvido pela Fundação Getulio Vargas para a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur).
“Os resultados estão decompostos em dois vetores principais de geração de impacto: o do público do evento, gerado pelo fluxo de turistas nacionais e estrangeiros, que movimentará R$ 4,7 bilhões em atividade econômica direta e indireta, e o da organização, derivado dos desembolsos da FIFA e das estruturas operacionais do evento, estimado em R$ 4,1 bilhões”, diz a FGV.
Em conjunto, os dois vetores posicionam a Copa do Mundo Feminina 2027 como um dos maiores eventos esportivos já realizados no Brasil, em termos de impacto econômico.
Segundo o estudo, a Copa do Mundo representa o maior evento esportivo feminino do planeta e constituirá um marco histórico para o Brasil: será a primeira vez que um país sul-americano sediará a competição, o que mostra a consolidação do Brasil como destino de referência para megaeventos esportivos de primeira grandeza..
Segundo a análise, do ponto de vista do mercado de consumo, o torneio encontra um ambiente favorável. As mulheres respondem por 48,61% do fluxo de turistas internacionais no Brasil, com permanência média de 11 dias e gasto médio de US$ 1.317 por viagem.
Além disso, 72% das pessoas que nunca frequentaram um estádio de futebol são mulheres, o que indica um contingente relevante de demanda potencial ainda não captada, de acordo com a FGV. O interesse das torcedoras pela Copa do Mundo supera o observado em outras competições da modalidade.
Fonte : Agência Brasil